Ficção Geral

Quando falamos de livros, umas das primeiras coisas que aprendemos é como classificá-los pois se quisermos encontrar um livro específico numa biblioteca precisamos de saber qual é a sua categoria. Um dos termos mais utilizados para este efeito é o termo “género” e sabemos que a principal separação de géneros é entre ficção e n163556150_6682a1f4ba_zão ficção.

Segunda a Wikipédia, “não ficção é uma descrição ou representação de um assunto que é apresentado como facto. (…) geralmente assume-se que os autores de tais relatos acreditavam que eles eram verdadeiros na época em que foram criados.” Algum dos subtipos deste género são: Autobiografia, Biografia, Diário, Enciclopédia,…

Segundo a mesma fonte, “ficção é o termo usado para designar uma narrativa imaginária, irreal, ou para redefinir obras (de arte) criadas a partir da imaginação.” Sabemos que um trabalho de ficção é uma criação da imaginação do escritor e por isso existe um universo de subgéneros nesta categoria. Alguns deles são: Mistério, Romance, Ficção Científica/Fantasia, Suspense/Thriller, Western, Horror, Ficção para Jovens Adultos/Adolescentes,…

Quando falamos de ficção geral, falamos de livros de ficção que não possuem qualquer tipo de elementos relacionados com fantasia. São aqueles livros que não encaixam numa categoria específica. Alguns dos livros mais populares deste género são: O Código Da Vinci (Dan Brown), Matar a Cotovia (Harper Lee), A vida de Pi (Yann Martel), Memórias de uma Gueixa (Arthur Golden), O Grande Gatsby (F. S. Fitzgerald), Anjos e Demónios (Dan Brown), A Vida Secreta das Abelhas (Sue Monk Kidd), O Senhor das Moscas (William Golding), O Alquimista (Paulo Coelho), 1984 (George Orwell), A Culpa é das Estrelas (John Green), Orgulho e Preconceito (Jane Austen), Clube de Combate (Chuck Palahniuk), A Estrada (Cormac McCarthy), As aventuras de Huckleberry Finn (Mark Twain), O Diário de Bridget Jones (Helen Fielding), Jane Eyre (Charlotte Bronte), e muitos outros.